História

 

A história de Piumhi inicia-se em 1731, com a descoberta e exploração da região pelo sertanista Batista Maciel que, proveniente de São Paulo, com a sua bandeira, vasculhou a área a procura de ouro.

 

Em 1736, a Picada de Goiás cortou a região e foram distribuídas as primeiras sesmarias. Posteriormente, surgiram vários transtornos causados pelos negros aquilombados que invadiram a região. Em 1743, os negros são atacados e reiniciam-se a colonização e a mineração.

Com a divulgação da descoberta de grande quantidade de ouro, os procuradores da Câmara de São Jose Del Rei (atual Tiradentes) tomam posse da área e subordinam o arraial e seus distritos a Vila de São José. O arraial prospera e em 1 de Abril de 1841 foi elevada à categoria de vila. Em 20 de Julho de 1868, teve sua emancipação política e passou a categoria de cidade.

 

O nome de Piumhi foi dado pelos índios que acompanhavam expedições bandeirantes. Para uns significa "rio de muito peixe" e para outros "rio de muito mosquito".

 


Piumhi é uma cidade localizada na região centro-oeste do estado de Minas Gerais, ficando a 266 km da capital do estado, Belo Horizonte, e a 257 km de Ribeirão Preto (SP).

 

Seguindo-se para o norte, podemos observar nitidamente que a região de Piumhi define uma  transformação em termos de relevo (de montanhas para planaltos) e de vegetação (de campos para cerrado). Pode-se dizer que a região de Piumhi marca o início dos "Sertões", genialmente descritos por João Guimarães Rosa, em Grande Sertão, Veredas.

A economia de Piumhi vive de comércio e agropecuária  (café, gado leiteiro e de corte).

Os arredores de Piumhi possuem uma beleza ímpar: 80 km ao norte está o Parque Nacional da Serra da Canastra e a nascente do Rio São Francisco; 20 km à oeste está o lago da Represa de Furnas, no Rio Grande.

A cidade de Piumhi possui cerca de 30.000 habitantes, constituindo-se assim a maior cidade num raio de 60 quilômetros.